segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Espionagem, guerra e caça ao tesouro no Iraque

Imagine um local onde ao cavar seu quintal para instalar uma piscina, você corre o risco de encontrar um tesouro arqueológico. Esse lugar existe.

No início dos anos 80, um grupo de brasileiros foi para esse lugar participar da construção de uma usina nuclear. A obra ia de vento em popa, quando aviões israelenses lançaram toneladas e explosivos no local.
Quase 10 anos depois, o mundo inteiro observa a iminente explosão da primeira Guerra do Golfo.
Em meio ao cerco da coalizão ao Iraque, um agente da CIA descobre que um coronel iraquiano está tentando contrabandear algo escavado dos destroços da usina nucelar destruída e desertar do Exército de Saddam Hussein.
Ao mesmo tempo, o grupo de brasileiros que haviam trabalhado naquela mesma usina arrisca todas as suas fichas no caminho inverso que todas as delegações estrangeiras estão fazendo no Iraque - enquanto todos querem sair, eles querem entrar.
Este é o ponto de partida de Souvenir Iraquiano, romance de espionagem publicado em 2005.