quarta-feira, 24 de junho de 2009

Para comprar um exemplar do Souvenir Iraquiano

Basta enviar em email para mim.
O exemplar custa R$ 25,00, sem custo de frete para qualquer canto do Brasil, em remessa normal.
O email é souveniriraquiano@gmail.com

Adaptação

O roteirista Bráulio Mantovani vai adaptar o jogo Agent in Place, criado por Flint Dille para a Union Entertainment, para a telona. A notícia foi divulgada há uns 15 dias. Não comentei antes porque estava enroladíssimo, como expliquei no post anterior. Já o filme, será dirigido por José Padilha, que dirigiu Tropa de Elite.
A dobradinha é muito boa e deve render bem no filme. Padilha está trabalhando na produção do filme The Sigma Protocol, que é baseado num livro de Robert Ludlum.
Ludlum teve sua trilogia Bourne (Identidade Bourne, Supremacia Bourne e Ultimato Bourne) adaptado para o cinema e fez muito sucesso. Todo mundo sabe disso.
O aspecto interessante dessas adaptações é que elas podem fugir muito do original, como aconteceu com Bourne. Os livros foram escritos na década de 80 do século passado e não falavam de praticamente nada do que fala o filme.
Nos filmes, Bourne é uma espécie de agente programado para ser um assassino que não questione as ordens que recebe. Uma ferramenta ideal para a política externa norte-americana pós 11 de setembro. Ele - e os outros assassinos programados - cumpririam missões de matar terroristas e pessoas ligadas a ações terroristas, sem que houvesse julgamentos. Os americanos já fizeram isso dentro de seu próprio território no final do século XIX, com os Texas Rangers caçando criminosos e julgando-os "in loco" no velho oeste.
Nos livros, Bourne é um agente que tem como missão caçar e prender o terrorista Carlos (O Chacal). Ele fica disfarçado por anos como um assassino profissional fazendo frente às ações de Carlos, para forçá-lo a "sair de sua toca". No final das contas, existem poucos pontos de contato entre o livro e os filmes.
Agent in Place ainda é inédito e realmente não tenho a menor idéia da trama. O negócio é torcer pelo trabalho de Mantovani e Padilha.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Back in business

Estava super enrolado por essas últimas semanas e colocar algo aqui ficou mais do que difícil. Agora vamos voltar à carga. Mas não agora.

domingo, 7 de junho de 2009

Instituto de Cultura Árabe


Certa vez em que estive em São Paulo, em 2007, encontrei com o jornalista Arturo Hartmann. Tivemos uma conversa muito legal. Ele escreveu, para o Instituto de Cultura Árabe (Icarabe) umartigo sobre o Souvenir Iraquiano. Para conferir, vale uma clicadinha no link abaixo:



sábado, 6 de junho de 2009

Souvenir Iraquiano no Terra Magazine

Muito legal a resenha que foi publicada no Terra Magazine.
Ela foi redigida por Khalid B. M. Tailche, pós-graduado em Letras pela Universidade de São Paulo.
Tailche é iraquiano e fez comentários muito importantes sobre o livro.
Vale a pena uma boa conferida.



quarta-feira, 3 de junho de 2009

Por falar nisso


Uma coisa que eu nunca vou conseguir entender é a forma como a mídia trata a proliferação de armas nucleares. A capa da Veja desta semana é uma pérola. Alerta para o fato da Coreia do Norte ter agora armas nucleares e o "desejo de usá-las".

Ora, eu acho que um país que já usou armas nucleares e que mantém um arsenal gigantesco merece mais reprimendas do que um país que acaba de fazer armas nucleares. Parece que todo mundo já esqueceu que os EUA são o único país do mundo que já usou armas nucleares contra um outro país. Pior: não usou contra tropas e navios ou tanques. Usou contra populações civis.

Logo, eu não vejo motivos para pressionar tanto pequenos países que conseguem fazer uma bomba atômica e fazer vistas grossas àqueles que já provaram serem capazes de matar indiscriminadamente.

Outro detalhe interessante sobre esse assunto é que os EUA estão sempre apontando seu dedo inquisitor contra países que fazem testes nucleares e não admitem que continuam fazendo testes nucleares também. A diferença é que há um bom tempo os EUA são capazes de realizar testes nucleares em supercomputadores. Por isso não precisam mais fazer testes subterrâneos ou no oceano. Eles continuam, em modelos computacionais, garantindo a qualidade e a funcionalidade das bombas que continuam produzindo. Porque é exatamente para isso que os testes servem...

Diamantes de sangue

O conto A Jardineira mostra o caminho percorrido por uma grande pedra de diamante encontrada em Rondônia, passando por Minas Gerais, onde seria misturada com outras pedras encontradas no Brasil e outras, encontradas na África. Este caminho é percorrido normalmente para poder legalizar, no mesmo pacote, as pedras ilegais coletadas nas duas regiões do mundo.

Em seguida, o diamante gigante realiza seu papel em uma negociação escusa entre um ditador africano, vendedores de armas e espiões, concretizando sua vocação para ser um legítimo diamante de sangue.

A valiosíssima pedra é utilizada para uma barganha muito especial: a compra de uma BLU-72.

A bomba tem um destino especial. Afinal de contas, sua carga descomunal de explosivos faz com que ela seja uma das armas não-nucleares mais poderosas de que se tem notícia.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Da bomb


A bomba da foto ao lado é uma BLU-82, conhecida como DaiseCutter, ou cortadora de margaridas. É uma das bombas não-atômicas mais potentes que existem. Foi muito usada no Vietnã para abrir clareiras e, obviamente, tentar devastar os inimigos. Foi também utilizada na Guerra do Golfo, em 1991, e no Afeganistão, no combate ao Talibã.
Essa bomba é um dos "personagens principais" do conto A Jardineira.

Conto A Jardineira


Pessoal, esse conto fala sobre tráfico de diamantes. Para quem não sabe, em Rondônia fica a maior reserva de diamantes do mundo. Localizado na reserva indígena de Roosevelt, perto da cidade de Cacoal, o kimberlito de diamantes de lá é maior que o de Botsuana e da África do Sul... juntos.

O link para download do PDF com o conto é:

http://www.4shared.com/file/109493006/3b51db3c/Jardineira_conto_Robinson_Pereira.html


Boa leitura

Conto O Doutor

Aqui está o conto O Doutor, de espionagem, que foi publicado na revista Playboy, edição de agosto de 2006. As páginas foram escaneadas e transformadas em jpg e estão dentro de um arquivo de Word. Boa leitura...

http://www.4shared.com/file/109482723/f99e1561/conto_o_doutor_playboy_agosto_2006.html



Download do romance A fronteira


Pois bem, acabo de entrar para o mundo da geração de links de downloads de arquivos.
Este é o link para download do romance de espionagem A Fronteira. O livro começou a ser escrito em 2003 e finalizado em 2007. Houve um grande intervalo durante o qual não trabalhei no livro, mas aqui está ele.


A trama é baseada em fatos verídicos que encontrei relatados no livro "Rede de Intrigas", do jornalista brasileiro Nelson Lopes, em um trecho que fala de uma operação do SNI no Chifre da África, em meados de 1980.

Boa leitura